Salve geral
- Luiz Santiago

- 19 de out. de 2009
- 1 min de leitura

Finalizei o domingo em um programa não muito comum: cinema. Não costumo ter paciência para aguentar duas horas de filme, mas “Salve Geral“, com direção de Sérgio Rezende, tem a bela Andréa Beltrão, que me fez rever meus conceitos.
A atriz interpreta Lúcia, uma professora de piano, advogada por formação, que passa por situações bem arriscadas para proteger o filho, preso por se envolver em um homicídio. Assistir ao filme sob o ponto de vista de comunicação nos faz refletir sobre como a articulação do crime organizado desencadeou toda aquela série de acontecimentos.
Era 2006, como muitos ainda podem lembrar, e a cidade de São Paulo viveu o caos, com ataques a postos policiais, incêndios em ônibus, ameaças a shoppings e metrô, entre outras situações. Como destaca a sinopse do filme, “quando a lei e a ética são postas em questão, o que impera é a força”. E aí não há comunicação que sobreviva de forma transparente.







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