Confiança: o ativo invisível
- Luiz Santiago

- 16 de jul.
- 1 min de leitura

Quando o ambiente econômico perde previsibilidade, o impacto não aparece apenas nos indicadores financeiros. Ele se manifesta no comportamento decisório das lideranças.
O Transatlantic Confidence Index 2025, conduzido pela BritishAmerican Business em parceria com a Bain & Company, registrou o nível mais baixo de confiança empresarial desde a criação do índice no corredor econômico entre Estados Unidos e Reino Unido. Regulação, política comercial e estabilidade macroeconômica figuram entre as principais preocupações.
Esse dado revela algo estrutural: decisões estratégicas não são tomadas apenas com base em planilhas. Elas são moldadas pela percepção de risco e estabilidade do ambiente.
Organizações com processos decisórios definidos e critérios estáveis conseguem absorver essa pressão sem comprometer consistência. Já aquelas que operam por reação sucessiva transformam volatilidade externa em instabilidade interna.
Para marketing e estratégia, a implicação é clara. Posicionamento, alocação de investimento e prioridades de portfólio exigem método, não apenas timing.
Vantagem competitiva não está em reagir mais rápido a cada movimento do cenário. Está em decidir com qualidade, repetidamente, mesmo quando o ambiente oscila.
Referência:
Transatlantic Confidence Index 2025 — BritishAmerican Business & Bain & Company
Luiz Santiago é executivo de Marketing e Comunicação Corporativa, mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero, com mais de 20 anos de experiência na construção de marcas, fortalecimento da reputação organizacional, gestão da imagem institucional e estratégias de crescimento. Saiba mais.





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